Entendermos o propósito de nossas vidas como Cristo, nos levará em direção a eternidade, segundo a vontade de Deus e não a uma religiosidade que revela a natureza humana, como podemos ler o que Ele afirmou em João, no capítulo seis, do versículo trinta e oito ao quarenta.
“Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: que eu não perca nenhum de todos os que ele me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. De fato, a vontade de meu Pai é que todo aquele que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.”
(João 6.38–40 NAA)
O propósito de nossas vidas não é diferente do que o Senhor nos revela nesta passagem. Somos chamados por Ele para fazermos a Sua vontade. A nossa salvação, a reconciliação, sermos feitos filhos de Deus é para que, tendo da natureza do Criador, da Sua vida eterna, aprendamos pelo processo de santificação, a nos despirmos da natureza humana, nos revestindo de Cristo, agindo como Ele, como uma oferta em favor da vontade do Pai, para que o mundo possa vê-Lo através das nossas vidas e assim, caminhar em direção à luz para ter o entendimento iluminado e assim, se libertar das trevas, por meio da obra de Cristo e se submeter a Ele como Senhor e Salvador.
A nossa vontade, deve ser a do Pai; a nossa oferta, deve se a mesma de Cristo; a nossa vida, para que o mundo possa conhecê-Lo. Devemos andar na Sua vontade e revelar a Sua glória, enchendo a terra com o conhecimento de nosso Deus. Revelamos o Pai, quando seguimos o modelo de Cristo, negando a nós mesmos e tomando a nossa cruz.
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