O preconceito na nossa religiosidade

Imagem de Ronald Plett por Pixabay

Muitas vezes não agimos diferente de Natanael e somos preconceituosos, revelando a natureza humana. Podemos ler sobre o que ele afirmou sobre a cidade de Nazaré no evangelho de João, capítulo um, versículo quarenta e seis.

“Então Natanael perguntou: — De Nazaré pode sair alguma coisa boa? Filipe respondeu: — Venha ver!”

(João 1.46 NAA)

Enquanto não entendermos que somos filhos de Deus, nascidos de novo, um ser espiritual, feitos à imagem de Cristo, não entenderemos que não podemos destilar o mal que há em nós, mas, santificarmos o nosso proceder para revelarmos o Senhor e as virtudes do Pai em todos os nossos relacionamentos, sem sermos preconceituosos com as pessoas ou mesmo com lugares, pois para nós, não importa quem é a pessoa, de onde veio, mas, se revela ou não o Criador.

Que possamos nos guardar do mal que está em nós e não o destilarmos por meio de nossas bocas revelando a natureza humana, mas devemos fazê-la morrer, para revelarmos o Pai, pois somos coparticipantes de Sua natureza para revelarmos a Sua vida às pessoas.

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