O que não devemos

Foto de Josh Hild na Unsplash

A vida cristã se traduz de maneira muito simples: entender a vontade de Deus, Sua obra em nosso favor, fazermos a jornada de santificação para revelarmos o Senhor no mundo, não andando segundo a perspectiva natural, para não sermos rejeitados, com podemos ler o que a nação de Israel fez, na primeira carta aos Coríntios, no capítulo dez, do versículo sete ao dez.

Não sejam idólatras, como alguns deles foram, conforme está escrito: “O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para se divertir.” E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram e caíram mortos, num só dia, vinte e três mil. Não ponhamos Cristo à prova, como alguns deles fizeram e foram mortos pelas serpentes. Não fiquem murmurando, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador.”

(1Coríntios 10.7–10, NAA)

A nossa escolha está em conhecermos e compreendermos a vontade do Senhor ou andarmos segundo a forma natural, sendo desobediências, sem compromissos, andando segundo os valores da carne. Quando assim escolhemos viver, estamos rejeitando o que Deus fez, permanecemos nas trevas, não temos o nosso entendimento iluminado e não estamos comprometidos com o Pai e a Sua vontade. Andarmos nesta direção, estamos longe do querer de Deus, não estamos amadurecendo e permanecemos religiosos e sem entender nada.

Quando observamos as palavras de Paulo, observamos o que não devemos fazer por causa de quem somos, mas se não entendemos e não caminhamos no processo de amadurecimento para andarmos na vontade do Pai, revelamos a nossa falta de compromisso com o reino.

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