Imagem de Albrecht Fietz por Pixabay
Nem todos nos receberão, nem todos verão o nosso testemunho, mas nem por isso, devemos deixar de testemunhar, de proclamar a salvação de nosso Deus, pois assim como não receberam o Senhor e não creram Nele, também acontecerá conosco, como está em Marcos, no capítulo seis, do versículo um ao quatro.
“Tendo saído dali, Jesus foi para a sua terra, e os seus discípulos o acompanharam. Chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga, e muitos, ouvindo-o, se maravilhavam, dizendo: — De onde lhe vem tudo isso? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos? Não é este o carpinteiro, o filho de Maria e irmão de Tiago, José, Judas e Simão? As suas irmãs não vivem aqui entre nós? E escandalizavam-se por causa dele. Jesus, porém, lhes disse: — Nenhum profeta é desprezado, a não ser na sua terra, entre os seus parentes e na sua casa.”
(Marcos 6.1–4 NAA)
Se não receberam o testemunho do Senhor, por que não rejeitaram também o nosso? Não podemos ter a expectativa de que todos nos ouvirão e se converterão, pois esta não é a realidade. Muitos ouvirão e se submeterão à palavra de Deus, mas outros tantos não, mas isso não é motivo para agirmos de forma diferente, pois temos que olhar o que Cristo fez e fazermos o mesmo: continuou simplesmente a pregar e anunciar a chegada do reino de Deus, a necessidade de arrependimento e se converterem a Deus.
Mesmo que não nos recebam e nem acolham a mensagem que anunciamos, não temos razão ou qualquer motivo para andarmos fora da vontade do Senhor. Sabemos que nem todos ouvirão e nem todos se converterão, mesmo assim, temos que fazer a jornada de amadurecimento para revelarmos a justiça de Deus em todas as nossas ações, para sermos luz e levarmos as pessoas ao conhecimento de Deus e assim serem indesculpáveis diante do Pai.
Ouça a mensagem no agregador de PODCAST de tua preferência:
Você precisa fazer login para comentar.