Continuamos em nossa cegueira

Imagem de NoName_13 por Pixabay

Os discípulos tinham passado pela experiência da multiplicação dos pães e diante do mesmo problema, colocam a questão para Jesus, mas, e eles o que fazem? Pensam como um ser natural, não no que Deus pode fazer quando não há os recursos. Vemos o que eles perguntaram ao invés de, sabendo o que o Senhor poderia fazer, se não poderia multiplicar os pães novamente como já tinha acontecido, como podemos ler em Marcos oito, do versículo um ao quatro.

“Naqueles dias, quando outra vez se reuniu grande multidão, e não tendo o que comer, Jesus chamou os discípulos e lhes disse: — Tenho compaixão desta gente, porque já faz três dias que eles estão comigo e não têm o que comer. Se eu os mandar para casa em jejum, desfalecerão pelo caminho; e alguns deles vieram de longe. Mas os discípulos lhe responderam: — Como poderá alguém saciá-los de pão neste deserto?”

(Marcos 8.1–4 NAA)

Será que não temos agido da mesma maneira em nossa imaturidade e continuamos em nossa cegueira sem compreender o que o Senhor pode fazer quando tudo parece impossível? Sim, esta é a realidade. Não confiamos no Senhor e nem em Seu poder, mas queremos sempre, buscar solução segundo a perspectiva natural e não pelo que é eterno que revela a graça e o amor de Deus em nosso favor. Precisamos conhecer o Senhor e aprender a andar pela fé, não na nossa incredulidade.

Não podemos continuar em nossa cegueira, mas devemos buscar de todo o coração a vontade do Senhor e o Seu conhecimento, pois só assim amadureceremos e poderemos andar como imitadores de Cristo, revelando o Pai e a Sua glória e não confiando em nós mesmos e nem em nossas soluções para Deus.

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