Não agradar a nós mesmos

Imagem de Aleix Solé por Pixabay

Quando entendemos quem somos em Deus e o nosso papel no mundo, sabendo que devemos agir como imitadores de Cristo, compreendemos que não é o nosso propósito agradar a nós mesmos, mas sermos a mesma oferta que Cristo foi, como é da vontade do Pai, como podemos ler o que Paulo nos ensina na carta aos Romanos, no capítulo quinze, do versículo um ao três:

“Ora, nós que somos fortes na fé temos de suportar as debilidades dos fracos e não agradar a nós mesmos. Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação. Porque também Cristo não agradou a si mesmo; pelo contrário, como está escrito: “Os insultos dos que te insultavam caíram sobre mim.””

(Romanos 15.1–3 NAA)

Numa boa? Este deve ser o nosso entendimento. Não estamos aqui para agradar a nós mesmos e nem satisfazer aos nossos interesses, mas sermos instrumentos na vida dos outros com entendimento para que alcancem a maturidade, pois não é para agradarmos no que eles desejam, mas no que é bom para edificação, que conduza à maturidade e leve ao entendimento da vontade de Deus. Somos de Deus a oferta em favor do mundo para que conheçam o Seu amor e graça revelada por meio de Cristo e nós, somos o meio que Ele tem para revelar este amor, não existe outra maneira.

Vivemos não para agradarmos a nós mesmos, mas ao próximo no que for bom para edificação, para que haja maturidade e Cristo seja revelado por meio de nossas vidas como a oferta do Pai em favor do mundo. Somos cartas vivas e o bom perfume de Cristo neste mundo que está em trevas e sem entendimento.

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