Somos chamados a cultuar a Deus, mas o que significa o culto que devemos prestar a Ele? Temos que entender para que não caiamos na religiosidade e achemos que as nossas reuniões são o culto a Ele, pois não são, como podemos ler em Romanos doze, versículos um e dois:
“Portanto, irmãos, pelas misericórdias de Deus, peço que ofereçam o seu corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Este é o culto racional de vocês. E não vivam conforme os padrões deste mundo, mas deixem que Deus os transforme pela renovação da mente, para que possam experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
(Romanos 12.1–2 NAA)
Para experimentarmos de Deus a Sua boa, perfeita e agradável vontade, devemos ter o nosso entendimento transformado e para que isso aconteça, devemos deixar que Ele nos guie neste propósito, para compreendermos quem somos e nosso papel no mundo, possamos oferecer o nosso corpo, isto é, quem somos, à Sua vontade. E a Sua vontade é que o mundo O conheça e compreenda a Sua salvação. O verdadeiro culto, com entendimento que podemos prestar a Ele está no fato de compreendermos a Sua vontade, para que sejamos Sua expressão viva como Cristo e assim, enchendo a terra com o conhecimento da Sua glória, não só revelemos o Seu caminho, Sua vontade, como O apresentemos às pessoas, por sermos Seus imitadores. O culto a Deus não está nas nossas liturgias e nem em nossas reuniões, mas na oferta que fazemos em favor de Sua vontade.
O verdadeiro culto a Deus está na nossa disposição, como Cristo de nos oferecermos à vontade do Pai, para que ela se cumpra em e através de nós, revelando Sua glória no mundo, agindo como Ele, manifestando a Sua salvação a todos.
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