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Temos que entender que dependemos da misericórdia de Deus e de Sua escolha, não nossa, como podemos ler o que Paulo afirma na carta aos Romanos, no capítulo nove, do versículo quatorze ao dezesseis:
“Que diremos, então? Que Deus é injusto? De modo nenhum! Pois ele diz a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e terei compaixão de quem eu tiver compaixão.” Assim, pois, isto não depende de quem quer ou de quem corre, mas de Deus, que tem misericórdia.”
(Romanos 9.14–16 NAA)
Quando partimos do pressuposto que somos merecedores da graça, dignos da salvação, podemos pensar que Deus seja injusto em sua maneira de agir e determinando quem deve ter salvação. Quando assim pensamos, estamos completamente enganados e equivocados em nosso ponto de vista, pois mediante o que fizemos e a forma como vivemos, revelamos rebeldia e, portanto, somos somente dignos da ira de Deus e não de Sua misericórdia como Ele nos revelou por meio de Cristo. Somos chamados por causa do Seu amor. Nós O conhecemos pela Sua misericórdia que nos permite viver na Sua vontade e nos capacita para isso.
A salvação é de nosso Deus, não somos dignos e nem merecedores, pois temos agido com rebeldia com relação a Sua vontade e palavras. A salvação não é mérito nosso, Ele nos escolheu e nos chamou para que por meio de Seu filho, não sejamos somente salvos, mas colocados na Sua presença, adotados como filhos para revelarmos a Sua glória no mundo.
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