foto por: Rian Ardi Saputro em Unsplash
Na carta aos Romanos, no capítulo doze, versículos um e dois, Paulo nos ensina sobre o que seja o verdadeiro culto a Deus:
“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.1–2 RA)
Estamos equivocados quando pensamos que o culto a Deus está no serviço que prestamos a Ele, de louvor que oferecemos na nossa individualidade, nas orações que realizamos, pois a verdadeira adoração e o culto que O agrada não se trata de serviço e nem do que podemos oferecer como cânticos, mas, na oferta que fazemos de nós mesmos em favor da Sua vontade, para que a Sua glória se revele neste mundo. O culto com entendimento é o que realizamos seguindo o mesmo princípio de Cristo, pois é quando vivemos segundo a Sua justiça, andando na verdade, praticando obras que expressam as Suas virtudes é que estamos realizando o culto verdadeiro e é assim que experimentaremos a Sua boa, perfeita e agradável vontade.
Cultuamos a Deus não pelos nossos serviços de louvor ou de obras que oferecemos para alcançarmos o Seu favor, mas da oferta que fazemos de nossas vidas em favor da Sua vontade, para que Sua glória se revele por meio de nós, como imitadores de Cristo.
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