Nós que somos fortes!

foto por: Adrià Crehuet Cano em Unsplash

Somos maduros? Compreendemos que somos fortes na fé? Então nossa atitude não pode ser diferente a que Cristo revelou e como tal precisamos acolher os que são fracos na fé, para como instrumentos de Deus e Sua vontade, possamos ser a oferta em favor dos outros para que os ajudemos em suas jornadas e assim, possam crescer e serem instrumentos na vida de outros.

Paulo escrevendo aos Romanos, capítulo quinze, do versículo um ao três, fala sobre isso: “Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos. Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação. Porque também Cristo não se agradou a si mesmo; antes, como está escrito: As injúrias dos que te ultrajavam caíram sobre mim.” (Romanos 15.1–3, BEARA).

Simples assim. Esta é a tradução do amor de Cristo. Não agradarmos a nós mesmos, mas ao próximo no que é bom para a sua edificação, crescimento e amadurecimento. Somos fortes e maduros? Então não temos outra opção que viver como Cristo, fazermos da nossa vida uma oferta e abrirmos mão de querermos agradar a nós mesmos,  mas devemos sim, agradar ao próximo no que for bom para a sua edificação e crescimento.

O nosso propósito não é fazer o nosso ponto de vista prevalecer, mas sermos instrumentos na vida dos outros para que cresçam, revelem e vivam a vontade do Pai, cada um com empenho e zelo no conhecimento e expressão dessa vontade.

 

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