Entre fazer o mal e não fazer o bem!

Entre fazer o mal e não fazer o bem

foto por: Iwona Pytlowska em Unsplash

Pensamos que deixar de fazer o bem é mais benéfico que fazermos o mal. Não compreendemos que deixar de fazer o bem é tão equivocado e pecado quanto fazermos o mal; pois em ambos os casos estamos negando a nosso Deus e quem Ele é.

Jesus, no evangelho de Marcos, capítulo três do versículo um ao seis trata desta questão: “De novo, entrou Jesus na sinagoga e estava ali um homem que tinha ressequida uma das mãos. E estavam observando a Jesus para ver se o curaria em dia de sábado, a fim de o acusarem. E disse Jesus ao homem da mão ressequida: Vem para o meio! Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio. Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e a mão lhe foi restaurada. Retirando-se os fariseus, conspiravam logo com os herodianos, contra ele, em como lhe tirariam a vida.” (Marcos 3.1–6, BEARA).

Deixar de fazer o bem quando podemos é tão pecado quanto fazermos o mal para as pessoas, pois não revela compaixão, não manifesta amor e nem o compromisso com Deus e a Sua vontade, pois somos chamados para proclamarmos as Suas virtudes que implica em andar neste mundo como Cristo. Nossas vidas não se trata de seguirmos dogmas, mas de compreendermos quem somos e revelarmos Cristo para que vejam o Pai em nós. Mesmo que venhamos a ser perseguidos, não podemos deixar de fazer o bem às pessoas e conduzi-las ao conhecimento de nosso Deus e Pai.

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