A conivência com o pecado

Temos sido tão coniventes com o pecado, aceitamos de bom grado em nossas vidas como nas das pessoas que partilham da mesma fé, atitudes que revelam e manifestam o pensamento humano e não associamos sobre a seriedade e gravidade de aceitarmos de forma tão passiva o pecado em nosso meio e não compreendemos que ao vivermos de forma conivente com ele e até mesmo o aceitarmos, estamos de fato negando Deus e a Sua obra em nossas vidas, revelando um deus que traduz somente a nossa religiosidade.

Havia no meio dos irmãos em Corinto um que estava vivendo uma vida de pecado e que não se arrependia de seus atos e Paulo os convoca para repensar. Ele fala sobre o que deveriam fazer no capítulo cinco, nos versículos seis e sete: “Não está certo que vocês estejam orgulhosos! Vocês conhecem aquele ditado: “Um pouco de fermento fermenta toda a massa.” Joguem fora o velho fermento do pecado para ficarem completamente puros. Aí vocês serão como massa nova e sem fermento, como vocês, de fato, já são. Porque a nossa Festa da Páscoa está pronta, agora que Cristo, o nosso Cordeiro da Páscoa, já foi oferecido em sacrifício.” (1Coríntios 5.6–7, NTLHE).

Precisamos remover do nosso meio o pecado. Não podemos aceitar o convívio com ele e nem com quem se diz irmão e continua na sua prática, como está do versículo nove ao onze: “Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros; refiro-me, com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou idólatras; pois, neste caso, teríeis de sair do mundo. Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais.” (1Coríntios 5.9–11, BEARA).

Por que não podemos aceitar? Por um simples motivo, somos a expressão de Deus, temos o propósito de revelar o reino e manifestar quem Ele é neste mundo, se continuarmos e insistirmos em viver pela prática e pensamento natural, não O revelaremos, mas, o próprio mundo, não cumprindo o nosso papel de ser sal e luz e como andamos em pecado, não manifestaremos a compaixão, nem a natureza de Deus às pessoas e não seremos Seus imitadores.

foto: Brooke Cagle

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