A expectativa do retorno na oferta

Temos o entendimento equivocado do reino, da nossa oferta em favor das pessoas para que conheçam a Deus, pois queremos muitas vezes ser reconhecidos, recompensados, honrados e respeitados, mas nos esquecemos de olhar o exemplo de nosso Senhor e de pessoas como a gente que se ofereceram em favor do evangelho para que outros O conhecessem.

Paulo, em sua primeira carta aos Coríntios, no capítulo quatro, do versículo onze ao treze afirma o seguinte: “Até agora temos passado fome e sede. Temos nos vestido com trapos, temos recebido bofetadas e não temos lugar certo para morarTemos nos cansado de trabalhar para nos sustentar. Quando somos amaldiçoados, nós abençoamos. Quando somos perseguidos, aguentamos com paciência. Quando somos insultados, respondemos com palavras delicadas. Somos considerados como lixo, e até agora somos tratados como a imundície deste mundo.” (1Coríntios 4.11–13, NTLHE).

Por que pensamos que temos que ser privilegiados e receber um retorno diferente das outras pessoas? Por que achamos que somos mais merecedores e dignos que Paulo ou o nosso Senhor? Precisamos aprender a viver pela realidade das promessas de Cristo e não pelo pensamento deste mundo e nem na sua sabedoria, pois viver o reino implica em termos como pagamento as mesmas coisas daqueles que nos são exemplo.

Paulo, mais adiante, nos chama a seguirmos o Seu exemplo, como podemos ler no versículo dezesseis: “Portanto, eu peço que sigam o meu exemplo.” (1Coríntios 4.16, NTLHE).

A oferta que fazemos em favor das pessoas a Deus implica que entendemos a Sua vontade e amor e agimos com compaixão com elas para que O conheçam e não para nos abençoar e nos recompensar pelo que fizemos ou iremos fazer, mas independente do retorno segundo o pensamento deste mundo, continuaremos a trabalhar para que cheguem à maturidade e a expressão de Cristo por meio de suas vidas.

foto: Nathan McBride

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