Não se trata do trabalho

foto por: Akson em Unsplash

João, por meio da instrução do Senhor, escreve à igreja de Éfeso, como podemos ler no capítulo dois, do versículo dois ao cinco:

Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer. Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” (Apocalipse 2.2–5 RA).

Esta igreja é chamada ao arrependimento porque havia abandonado o primeiro amor e não porque não fazia obras. Temos que entender que não se trata de fazer muito ou pouco, do quanto empenhamos, ensinamos, gastamos em favor do que entendemos sobre a vontade de Deus. Precisamos entender que tudo deve ser feito fundamentado no amor, na motivação de revelar e expressar o Seu amor a todas as pessoas. Não é o que fazemos por elas, mas sim, o que fazemos na expressão de revelar o amor do Pai à todos.

Viver a vida cristã e cumprirmos o nosso papel como Igreja, não está em fazermos as obras como uma obrigação e acharmos que estamos bem diante dos mandamentos, mas fazermos tudo, com empenho e compromisso, fundamentados no revelar do amor de Deus à todas as pessoas.

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