Mesmo em meio a ignorância

Não podemos agir com arrogância e nem acharmos que a semente que plantamos por meio da nossa proclamação do evangelho não encontrará uma boa terra para frutificar, pois o operar é de Deus, por meio do Espírito Santo na vida das pessoas, mesmo que haja ignorância quanto as coisas espirituais.

Não foi diferente com Paulo, em Atenas, frente a idolatria daquela cidade. Ele, diante das pessoas, expos o evangelho que pregava, falando do arrependimento, das obras mortas que não tem poder para salvar, do fato que Deus não se faz representar por uma imagem, mas Ele nos criou à Sua imagem, conforme a Sua semelhança para O revelarmos ao mundo e nos chama para o Seu reino para participarmos da Sua glória.

Muitos rejeitaram a palavra proferida por ele, no entanto, houve dentre eles alguns que receberam a palavra e creram nelas, como está em Atos, no capítulo dezessete, versículo trinta e quatro: “Mas algumas pessoas creram e se juntaram a ele. Entre essas estavam Dionísio, que era membro da Câmara Municipal, uma mulher chamada Dâmaris e mais outras pessoas.” (Atos dos Apóstolos 17.34, NTLHE).

Precisamos entender e sempre nos lembrar, que não se trata de perder tempo, mas, de cumprirmos o nosso papel, semeando a semente na vida das pessoas, como expressão de compaixão, pois o conduzir ao arrependimento, a se sujeitarem à vontade de Deus não competem a nós, mas, ao Espírito Santo. Não podemos nos esquecer que plantamos, regamos e colhemos, mas o crescimento quem dá é Deus. Assim devemos viver, esse é o nosso papel neste mundo. Vivemos o evangelho, pregamos e anunciamos as boas novas porque temos a incumbência de revelar o reino a todas as pessoas, em todo o tempo e lugar, pois esta é a vontade do Pai, lembrando sempre que temos que santificar o procedimento, não para nos aproximarmos mais Dele, mas, para leva-Lo até as pessoas.

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