Devemos anunciar

Temos, quando compreendemos quem somos e o que recebemos de Deus, a obrigação natural de ensinar e falar sobre a Sua vontade para as nossas vidas. Alguns ouvirão, outros não, inclusive rejeitarão e até nos xingarão, mas não podemos deixar de anunciar o que vimos e ouvimos a todos.

Paulo, compreendendo que fazia da sua vida uma oferta, anunciava primeiramente aos judeus e depois aos gentios. Quando os judeus rejeitavam, ele não confabulava e nem gastava mais o seu tempo, antes os advertia.

Podemos ler uma experiência desta em Atos, no capítulo dezoito, nos versículos cinco e seis: “Ele afirmava aos judeus que Jesus é o Messias. Mas alguns deles ficaram contra Paulo e o xingaram. Então, em sinal de protesto, ele sacudiu o pó das suas roupas e disse: Se vocês se perderem, os culpados serão vocês mesmos. A responsabilidade não será minha. De agora em diante vou anunciar a mensagem aos não-judeus.” (Atos dos Apóstolos 18.5-6, NTLHE).

Não podemos carregar a responsabilidade de não anunciar e nem ficar perdendo tempo com quem não quer e rejeita, mas devemos a todos, sem distinção de qualquer tipo, anunciar a palavra, pregar, manifestar as virtudes de Deus em todo o tempo e lugar. Temos que entender que temos que fazer de nossas vidas uma oferta em favor de todos para que, plantando a semente, possam conhecer Deus e serem reconciliados com Ele. Este é o nosso papel e responsabilidade diante de todos para que ninguém possa se desculpar diante de Dele.

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