O culto com entendimento

Quando Paulo, em sua carta aos Romanos, capítulo doze, nos chama para um culto racional, isto é, um culto a Deus com entendimento, na sequência fala de relacionamento, de como tratar as pessoas, como agir com elas fazendo da nossa vida uma oferta para que elas conheçam a vontade de Deus e sejam libertas de suas opressões. Precisamos entender que o verdadeiro culto está no serviço, na nossa oferta em favor das pessoas, para que conheçam a Deus e a Sua vontade, expressando por meio de nossas vidas as virtudes do Criador.

Quando lemos em Atos, no capítulo quinze, do versículo vinte e quatro ao vinte e seis, o que falam com relação a Paulo e Barnabé, começamos a compreender o que seja o verdadeiro culto a Deus, como está escrito: “ “Soubemos que alguns do nosso grupo foram até aí e disseram coisas que criaram problemas para vocês. Porém não foi com a nossa autorização que eles fizeram isso. Portanto, nós todos resolvemos, sem nenhum voto contra, escolher alguns homens e mandá-los a vocês. Eles vão com os nossos queridos irmãos Barnabé e Paulo, que têm arriscado a sua vida a serviço do nosso Senhor Jesus Cristo.” (Atos dos Apóstolos 15.24–26, NTLHE).

O culto não está na liturgia de nossas reuniões, nos nossos cânticos e muito menos nas nossas orações. Estes são instrumentos que usamos e devemos usar para nossa alegria, para compartilhar da vida um do outro, para compreendermos quem somos e o que Deus tem para nos falar por meio do ensino, mas o verdadeiro culto está no ato de nos oferecermos, de fazer da nossa vida uma oferta, um sacrifício vivo, morrendo para nós e para os nossos desejos em favor de todos aqueles que ainda não compreenderam a vontade de Deus e nem a ela se submeteram, mesmo que isto implique, como Paulo e Barnabé, arriscar a vida ou mesmo perde-la.

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