Se entregando como oferta

Eles, os religiosos, não encontraram nada que pudessem usar contra o Senhor, então, diante da religiosidade, Ele se entrega, como oferta para fazer a vontade do Pai, como podemos ler em Mateus vinte e seis, versículos sessenta e três e sessenta e quatro.

“Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: — Eu exijo que nos diga, tendo o Deus vivo por testemunha, se você é o Cristo, o Filho de Deus. Jesus respondeu: — É o senhor mesmo quem está dizendo isso. Mas eu lhes digo que, desde agora, vocês verão o Filho do Homem sentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu.” (Mateus 26.63–64 NAA)

Se não fosse a atitude de Jesus, das palavras proferidas, talvez aquele momento se estenderia por mais tempo, pois não encontravam do que O acusar, mas o que o Senhor faz? Dá-lhes as ferramentas para que o processo pudesse continuar e para que houvesse a crucificação. O propósito não era fugir daquele momento, mas ser do Pai a oferta em favor do mundo para a remissão do pecado.

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