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À medida que o evangelho se espalhava, alcançando os confins da terra, o ranço religioso judaico, vai se perdendo, como podemos observar em Atos, no capítulo onze, do versículo dezenove ao vinte e um.
“Os que foram dispersos a partir da perseguição que começou com a morte de Estêvão se espalharam até a Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a palavra a ninguém que não fosse judeu. Alguns deles, porém, que eram de Chipre e de Cirene e que foram até Antioquia, falavam também aos gregos, anunciando-lhes o evangelho do Senhor Jesus. A mão do Senhor estava com eles, e muitos, crendo, se converteram ao Senhor.” (Atos dos Apóstolos 11.19–21 NAA)
Enquanto se afastava de Jerusalém, Judéia e Samaria, o evangelho deixa de ser anunciado somente aos judeus e começa a alcançar os gentios, especialmente os gregos, perdendo assim, a barreira imposta pela religião. Temos que entender que a forma de operar de Deus não é abrupta, mas, um processo rompendo barreiras, anulando sofismas, fazendo a Sua vontade conhecida, Sua graça revelada. Isto, podemos observar não só na época de Atos, mas também em nossos dias, pois é assim que Ele opera, não só em nós, mas através de nós, para que todos possam ter a oportunidade de conhecer o evangelho.
O evangelho é para todos, para que todos possam ouvir, pois esta á a vontade do Senhor: que todos, em todos os lugares e épocas possam conhecer a salvação e a vontade de Deus. Não podemos fazer pela nossa religiosidade, mas devemos perder o ranço religioso que tanto nos impede de viver a plenitude da vontade do Pai, cegando-nos para o que Deus deseja fazer.
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