Estamos equivocados quando pensamos que João Batista e Jesus pregaram sobre outra religião, que vieram ensinar sobre dogmas, preceitos. Mas não, eles não ensinaram estas coisas, mas sim, como devemos nos relacionar uns com os outros, como podemos observar a resposta de João Batista quando ao que deveria ser feito, como podemos ler no evangelho de Lucas, no capítulo três, do versículo dez ao quatorze.
“Então as multidões perguntaram a João: — O que é que devemos fazer? Ele respondeu: — Quem tiver duas túnicas reparta com quem não tem, e quem tiver comida faça o mesmo. Também alguns publicanos chegaram para ser batizados e perguntaram a João: — Mestre, o que devemos fazer? Ele respondeu: — Não cobrem mais do que o estipulado. Também soldados lhe perguntaram: — E nós, o que devemos fazer? E ele lhes disse: — Não sejam prepotentes, não façam denúncias falsas e contentem-se com o salário que vocês recebem.” (Lucas 3.10–14, NAA)
Desde João Batista, e até mesmo na lei, é o que observamos a forma como devemos viver e nos relacionar. Só que na lei priorizamos mandamentos e regras, não compreendendo que o importante é a maneira como nos relacionamos uns com os outros e como expressamos a justiça de Deus. Temos que entender que somos chamados para vivermos segundo os valores do reino, revelando o amor e a graça de nosso Deus, não outra coisa.
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