O que podemos observar em Isaías, no capítulo sessenta e cinco, nos versículos dezessete e dezoito é a semelhança do texto de Apocalipse, quando há a promessa de fazer nova todas as coisas, como podemos ler.
““Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas. Exultem e alegrem-se para sempre no que eu crio; porque eis que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, exultação.” (Isaías 65.17–18 NAA)
No texto de Apocalipse fala do novo céu e nova terra, da noiva, a nova Jerusalém, descendo como noiva preparada para o Cordeiro. Fala de um novo tempo, uma nova realidade, um tempo em que haverá alegria, onde tudo que se refere a maldade humana não mais existirá, onde haverá harmonia na natureza, nas criaturas e entre os seres humanos. Fala de uma perspectiva de vida diferente, onde as relações se fundamentam no amor de Deus. Que possamos desejar fazer parte disto tudo que Deus tem preparado, mas não na nossa perspectiva, mas no desejo de buscar de Deus a Sua vontade, a compreensão do Seu querer e não a que vivemos segundo o que pensamos.
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