Temos que entender que não podemos agir como a nação de Israel que insistia na prática das suas transgressões, não agindo segundo a justiça. Quando achamos que a graça cobre a nossa insistência na prática do pecado, revelamos que não entendemos, como podemos observar as palavras de Ezequiel no capítulo dezoito, versículo vinte e quatro.
“Mas, se o justo se desviar da sua justiça e fizer maldade, fazendo as mesmas abominações que o ímpio faz, será que ele viverá? De todos os atos de justiça que praticou, nenhum será lembrado; na sua transgressão com que transgrediu e no seu pecado que cometeu, neles morrerá.” (Ezequiel 18.24 NAA)
Quando desprezamos a graça, profanando-a, certamente caminharemos pelos valores do mundo, praticando atos de injustiça, revelando a natureza humana, não o nosso Deus. Agirmos segundo a carne, somente revela o quanto não entendemos e achamos que a liberdade se trata de libertinagem. Será que Deus se agrada desta maneira de viver, Ele que enviou o Seu filho para nos libertar das trevas e do domínio do pecado?
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