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Quando compreendemos que somos o templo de nosso Deus, que Ele habita em nós e que somos pedras vivas do Seu templo, então entendemos que não podemos fazer da habitação do Senhor um local de comércio, como Jesus ensinou quando expulsou os cambistas e salteadores no templo. Marcos no capítulo onze, do versículo quinze ao dezessete.
“E foram para Jerusalém. Quando Jesus entrou no templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas, e não permitia que alguém atravessasse o templo carregando algum objeto. Também os ensinava e dizia: — Não é isso que está escrito: “A minha casa será chamada ‘Casa de Oração’ para todas as nações”? Mas vocês fizeram dela um covil de salteadores.” (Marcos 11.15–17 NAA)
Assim como o templo na época dos judeus não era para ser um local de comércio, assim nossas vidas não podem ser um local de troca, de comércio. Fazemos isso, quando queremos negociar com Deus e achamos que podemos comprar com o nosso esforço o perdão e a salvação, como achamos que precisamos fazer sacrifícios para que Ele se agrade de nós. A vida do reino, andar com Deus, estar na Sua presença não depende do que possamos fazer, mas nos submetermos à Sua graça, para que em nossas vidas, como família, revelemos o amor de Deus ao mundo.
Que possamos compreender que somos chamados para revelar o nosso Deus, que não se trata do mérito ou esforço que possamos empreender para que recebamos Dele atos de misericórdia. Existimos e fomos chamados pela graça, para revelar o Pai ao mundo e não fazer de nossas vidas, um local de comércio e negociata com Ele.
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