Se não entendermos os papéis que nos são concedidos e o propósito, a família de Deus não é levada à maturidade, mas, à expressão de desejos de homens. As funções no Corpo de Cristo, nos foram concedidas, para que levemos todos os membros à maturidade e plenitude de Cristo, como podemos ler em Efésios, no capítulo quatro, do versículo onze ao quatorze.
“E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de pessoa madura, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como crianças, arrastados pelas ondas e levados de um lado para outro por qualquer vento de doutrina, pela artimanha das pessoas, pela astúcia com que induzem ao erro.” (Efésios 4.11–14 NAA)
Não somos nós que designamos, mas o Espírito, por meio da vontade do Senhor que estabelece os papéis no Corpo, única e exclusivamente para ser exemplo, modelo e para conduzir a família à maturidade e a plena expressão do Senhor. Como família, temos a responsabilidade de ajudarmos uns aos outros na jornada de amadurecimento, para que os membros imaturos não sejam levados de um lado para outro por doutrinas falsas e que traduzem o pensamento natural e não a plenitude do revelar de Cristo nas coisas que realizamos, pois é natural que revelemos, como família de Deus o Seu reino e Sua glória quando conduzidos ao modelo de Cristo.
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