Nossa insignificância

Não podemos resumir nossas vidas ao tempo que temos neste mundo e nem pensarmos que somos obra do acaso, pois quando observamos a eternidade, podemos ver a nossa insignificância, como o salmista afirma no cento e quarenta e quatro, versículos três e quatro.

SENHOR, que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes? O ser humano é como um sopro; os seus dias são como a sombra que passa.” (Salmo 144.3–4 NAA)

A nossa vida é breve, pois o que podemos falar que são setenta, oitenta ou cem anos diante da eternidade: insignificante, como um sopro, uma brisa, uma sombra que passa e logo nos esquecemos. Se olharmos para trás, que foi a vida de nossos ancestrais, o que sabemos? Nada ou muito pouco! Somos chamados por Deus para vivermos a eternidade com Ele, desfrutando da Sua vida, partilhando de Sua natureza, por isso, não podemos rejeitar tamanha oferta concedida por Sua graça e acharmos que se trata de nós e do que vamos ou podemos fazer, pois não é. Dependemos inteiramente da Sua graça revelada em Cristo.

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