O caminho de Balaão

Não só julgar a nós mesmos nas nossas motivações, mas devemos julgar a todos a quem temos ouvido, buscando a compreensão do caminho que temos seguido, para não andarmos no mesmo caminho de Balaão, que aceitou o pagamento pela injustiça, como podemos ler o que Pedro afirma em sua segunda carta, no capítulo dois, do versículo doze ao quinze.

“Esses, porém, como animais irracionais, seres guiados pelo instinto e que nascem para serem capturados e mortos, falando mal daquilo que não entendem, na sua destruição também hão de ser destruídos, recebendo injustiça como pagamento pela injustiça que praticam. Encontram prazer na satisfação de seus desejos libertinos em pleno dia. Como manchas e defeitos, encontram satisfação nas suas próprias mentiras, enquanto se banqueteiam com vocês. Eles têm os olhos cheios de adultério e são insaciáveis no pecado. Enganam almas inconstantes e têm o coração exercitado na avareza, essa gente maldita. Tendo abandonado o reto caminho, desviaram-se e seguiram pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o pagamento pela injustiça.” (2Pedro 2.12–15 NAA)

Quando escolhemos o caminho de Balaão? Ou quando podemos observar na vida daqueles que estão em nosso meio que têm escolhido o mesmo caminho? Quando observamos o que fundamenta as nossas ações e a motivação com que fazemos as coisas, pois se há em nossas atitudes e desejos o cumprimento dos interesses segundo a carne, se há ganância em nós, então temos andado por este caminho, o da corrupção e temos agido como falsos profetas, mas se o que fazemos é buscar o conhecimento do Pai, Sua vontade revelada nas Escrituras e se como Cristo oferecemos nossas vidas em favor da vontade do Pai, então não temos seguido o caminho de Balaão.

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