Quando abrimos mão

Podendo Neemias exigir o que lhe era de direito pela posição que ocupava, ele abriu mão por compreender a situação do povo, como podemos ler em Neemias, capítulo cinco, versículo dezoito.

“O que se preparava para cada dia era um boi e seis ovelhas escolhidas. Também à minha custa eram preparadas aves e, de dez em dez dias, muito vinho de todos os tipos. Nem por isso exigi o pão devido ao governador, porque a servidão deste povo era grande.” (Neemias 5.18 NAA)

Quando vemos a atitude de Neemias em favor do povo da terra, durante a reconstrução das muralhas, ele, como governador, poderia exigir o sustento, mas vendo a carga e a situação do povo e tendo os recursos para fazer, não exigiu esse sacrifício do povo, mas demonstrou compaixão, diferente dos demais nobres que estavam explorando e escravizando os compatriotas.

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