Quando preservamos nossas vidas

Não é querendo preservar nossas vidas segundo os valores deste mundo que a teremos, mas quando abrimos mão dela em favor das promessas de Cristo que de fato receberemos da verdadeira vida, como Jesus ensina em João doze, do versículo vinte e três ao vinte e seis.

“Então Jesus se dirigiu a eles, dizendo: — É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem. Em verdade, em verdade lhes digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo irá preservá-la para a vida eterna. Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.”

(João 12.23–26 NAA)

Não existe outra forma de desfrutarmos da vida eterna, de recebermos de Deus a verdadeira vida, a vida eterna do Criador, se não morrendo para nós mesmos, renunciando à vida que temos neste mundo e da perspectiva que ela oferece. Alcançamos o eterno somente através de Cristo, quando negamos a nós mesmos, quando tomamos a nossa cruz, isto é, morremos para nós mesmos, nossos desejos e vontades segundo os valores do mundo e seguimos o exemplo de Cristo. Somente Nele temos da vida eterna, somente Nele aprendemos sobre o verdadeiro significado de viver a vontade do Pai. Por isso quando preservamos nossas vidas segundo a perspectiva deste mundo, certamente não desfrutaremos do que é superior e do que foi planejado pelo Pai em nosso favor.

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