Assim como Cristo devemos fazer as obras que revelam o Pai ao mundo, pois o que fazemos revela a natureza que recebemos de nosso Deus, como Jesus fala aos religiosos sobre Suas obras, como está em João dez, do versículo trinta e seis ao trinta e oito.
“então como vocês dizem que aquele que o Pai santificou e enviou ao mundo está blasfemando, só porque declarei que sou Filho de Deus? Se não faço as obras do meu Pai, não acreditem em mim. Mas, se faço, e vocês não creem em mim, creiam pelo menos nas obras, para que vocês possam saber e compreender que o Pai está em mim e que eu estou no Pai.”
(João 10.36–38, NAA)
Assim como o Senhor, o que revela que estamos no Pai, não é o que falamos, mas o que fazemos, pois as obras, a maneira como nos relacionamos uns com os outros, a maneira como nos portamos no mundo e se revelamos ou não as virtudes de nosso Deus nos relacionamentos, expressão que estamos ou não no Pai, que recebemos e temos da mesma natureza, pois somos chamados, resgatados das trevas, feitos filhos a imagem de Cristo para sermos Seus imitadores e revelarmos as mesmas obras, por isso o ato de crer não está no que falamos, mas nas obras que praticamos e que revelam o Pai ao mundo, expressando autoridade.
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