O que e como damos, a quantia que participamos nos processos deve ser visto como uma atitude de boa vontade, não obrigação, no entendimento que somos família, parte uns dos outros que é nossa responsabilidade cuidar uns dos outros e das despesas da família, como podemos ler o que Paulo escreve em sua segunda carta aos Coríntios, capítulo oito, do versículo doze ao quinze.
“Porque, se há boa vontade, a oferta será aceita conforme o que a pessoa tem e não segundo o que ela não tem. Não se trata de fazer com que os outros tenham alívio e vocês tenham sobrecarga, mas para que haja igualdade. Neste momento, a abundância que vocês têm supre a necessidade deles, para que a abundância deles venha a suprir a necessidade que vocês vierem a ter. Assim, haverá igualdade, como está escrito: “Quem recolheu muito não teve demais; e o que recolheu pouco não teve falta.””
(2Coríntios 8.12–15 NAA)
Não há outro motivo, mas para que haja justiça. Não para sobrecarregar alguns, mas para que revelemos o amor de Deus e o compromisso com a família, ajudando uns aos outros na jornada, repartirmos as despesas, como em uma família, onde os pais cuidam dos filhos e ensinam sobre maturidade e responsabilidade a todos.
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