A permissividade que temos, não só com os outros, mas com a nossa própria vida, pois, nos orgulhamos de nossas funções (ou cargos que possamos ter), mas não nos preocupamos com os nossos pecados: avareza, ganância, hipocrisia e mentira. Se estamos comprometidos com Deus, isso não deveria fazer parte de nossas vidas, bem como não deveríamos andar com quem se diz irmão e vive na mesma prática, como está na primeira carta aos Coríntios, no capítulo cinco, do versículo nove ao treze.
“Na outra carta, já escrevi a vocês que não se associassem com os impuros. Refiro-me, com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, aos avarentos, ladrões ou idólatras, pois, neste caso, vocês teriam de sair do mundo. Mas, agora, escrevo a vocês que não se associem com alguém que, dizendo-se irmão, for devasso, avarento, idólatra, maldizente, bêbado ou ladrão; nem mesmo comam com alguém assim. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Mas será que vocês não devem julgar os de dentro? Os de fora, esses Deus julgará. Expulsem o malfeitor do meio de vocês.”
(1Coríntios 5.9–13 NAA)
Será que somos radicais quando temos essa atitude? Ou nos postamos como religiosos e moralistas e fazemos o mesmo? Se não compreendermos quem somos e o quão importante é a santificação no nosso meio, talvez estejamos tão perdidos que não temos ideia da direção que devemos tomar, achamos que conhecemos a Deus, mas estamos longe, muito longe de Sua vontade.
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