A razão da crucificação no pensamento dos religiosos não era outro que não a inveja, pois crescia o número dos seguidores do Senhor Jesus e isso passava a ser uma ameaça ao domínio dos religiosos e para evitar que isso acontecesse, eles decidiram que era melhor matá-Lo, como podemos ler em Marcos quinze, do versículo oito ao treze.
“Vindo a multidão, começou a pedir que Pilatos lhes fizesse como de costume. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: — Vocês querem que eu lhes solte o rei dos judeus? Pois ele bem percebia que era por inveja que os principais sacerdotes lhe haviam entregado Jesus. Mas os principais sacerdotes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás. E Pilatos lhes perguntou: — O que, então, vocês querem que eu faça com este a quem vocês chamam de rei dos judeus? Eles gritaram: — Crucifique-o!”
(Marcos 15.8–13 NAA)
Será que ao andarmos na carne, buscando os holofotes e o domínio sobre as pessoas, bem como o preservar os nossos interesses não agiríamos da mesma forma que os judeus religiosos? Não, não seríamos diferentes, pois quando andamos pela maneira de pensar do mundo, não fazemos diferente. Temos que conhecer Cristo, compreender a vontade do Pai e nos despir da natureza humana, nos revestindo de Cristo para andarmos como Ele, fazendo de nossas vidas a oferta de amor em favor da vontade do Pai, para que o mundo conheça a Sua glória.
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