Sempre misturamos as coisas

Jesus estava advertindo os discípulos sobre tomar cuidado com o fermento da religiosidade, mas eles não entenderam e estavam pensando na falta do pão, na inexistência do recurso, mas o Senhor os lembra do que aconteceu, como podemos ler em Marcos oito, do versículo dezessete ao dezenove.

“Jesus percebeu isso e perguntou: — Por que vocês estão discutindo sobre o fato de não terem pão? Vocês ainda não percebem nem compreendem? Têm o coração endurecido? Tendo olhos, não veem? E, tendo ouvidos, não ouvem? Não se lembram de quando parti os cinco pães para os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços vocês recolheram? Eles responderam: — Doze!”

(Marcos 8.17–19 NAA)

Quando somos imaturos nós olhamos pela perspectiva natural e pensamos nos aspectos naturais e não no ensino que o Senhor deseja nos conduzir. Falta-nos fé, compreensão, entendimento, por isso, precisamos caminhar rumo ao querer do Pai, buscando o conhecimento do Senhor e a compreensão da Sua vontade, para priorizarmos o que é espiritual, que revela o eterno que manifesta a vontade do Criador e não nossa limitação. Naquela situação Jesus não estava discutindo ter pão ou não, mas a tomarmos cuidado com a religiosidade, fermento que contamina e nos impede de olhar pelos valores eternos do reino.

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