Estamos equivocados quando pensamos que o importante é a boa intenção e não o andar pelo que é da vontade de Deus. Não se trata de fazer o que achamos ser bom e correto, mas de fazermos segundo a vontade do Pai. Temos a história de Uzá que em uma boa ação, pensou que poderia tocar a arca da aliança para segurá-la e não lhe era permitido fazer isso.
“Quando chegaram à eira de Nacom, Uzá estendeu a mão para segurar a arca de Deus, porque os bois tropeçaram. Então a ira do SENHOR se acendeu contra Uzá, e Deus o feriu ali por esta irreverência. E Uzá morreu ali, ao lado da arca de Deus.”
(2Samuel 6.6–7 NAA)
A intenção de Uzá foi boa, mas fora do que estava no livro da lei e sobre quem poderia fazê-lo. São nestas coisas que precisamos prestar atenção, pois, mesmo em Cristo não basta a boa intenção, mas em fazermos segundo a vontade do Pai. Temos exemplos diferentes como o caso de Ananias e Safira. A ação que fizeram foi boa, mas moldada na motivação equivocada. Temos que entender que não se trata de boa intenção, mas do andarmos na vontade do Pai.
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