Nossos atos revelam quem somos

Na plenitude o revelar das obras de Cristo

foto por: Jeremy Bishop em Unsplash

Ao entendermos que expressamos quem somos e que nossas ações refletem a nossa natureza, precisamos nos analisar diante das situações e segundo a compreensão da obra de Deus em nossas vidas e agirmos conforme a Sua vontade.

Paulo instruindo a Tito, no capítulo um, nos versículos quinze e dezesseis, afirma: “Tudo é puro para os que são puros; mas nada é puro para os impuros e descrentes, pois a mente e a consciência deles estão sujas. Eles dizem que conhecem a Deus, mas o que eles fazem mostra que isso não é verdade. Estão cheios de ódio, são rebeldes e não são capazes de fazer nenhuma coisa boa.” (Tito 1.15–16, NTLHE).

Quando nos submetemos a Cristo, como Senhor e Salvador, entendendo por fé que fomos transformados, feitos novas criaturas, recebido da natureza e da vida de Deus, não podemos continuar a viver pelo pensamento natural, mas temos que caminhar rumo a plenitude da Sua expressão, revelando o Pai em nossas ações e reações. Quando manifestamos ódio, não perdoamos, somos desobedientes aos mandamentos, não vivemos pela lei do amor e não fazemos as coisas como a natureza e virtudes de Deus.

Diante do fato de agirmos segundo o pensamento natural, temos duas perspectivas: não entendemos a Sua salvação e obra em nossas vidas e agimos como religiosos ou somos imaturos e não estamos caminhando rumo à maturidade. Como filhos não há opção, temos a obrigação natural, santificando o procedimento, de revela-Lo ao mundo, pois somente assim, mostraremos quem somos e o que recebemos Dele.

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