Sabedoria do alto

A sabedoria do alto

foto por: Jessica Weiller em Unsplash

Como vivemos, a maneira como nos relacionamos, agimos e reagimos com as pessoas revelam a nossa maturidade e se temos andado segundo os valores eternos do reino de Deus ou se pela natureza humana, na sabedoria deste mundo.

Tiago, escrevendo aos irmãos, fala sobre a sabedoria deste mundo e a do alto, que procede de Deus, como está em sua carta, no capítulo três, do versículo treze ao dezoito:  “Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras. Se, pelo contrário, tendes em vosso coração inveja amargurada e sentimento faccioso, nem vos glorieis disso, nem mintais contra a verdade. Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca. Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins. A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento. Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz.” (Tiago 3.13–18, BEARA).

Nossas ações, reações e o nosso agir no dia a dia, revelam com quem temos andado e a sabedoria que temos usado para viver. Como filhos de Deus, precisamos rejeitar toda maneira de pensar deste mundo, agirmos como seres espirituais que somos, criados em Cristo para a glória de Deus, o Pai. Agirmos como Cristo é uma expressão natural de quem somos e da Sua obra em nós, pois fomos criados para as boas obras e para revelar o Pai ao mundo.

Quando andamos carregados de inveja, sentimento faccioso, na hipocrisia, andando na mentira, estamos agindo segundo a sabedoria deste mundo que é terrena, animal e demoníaca pois busca os próprios interesses e não mede esforços em se salvar, mesmo que prejudique o outro.