Filhos de Deus vivem segundo a Sua justiça

Andarmos segundo a justiça do Pai

foto por: Istiaque Emon em Unsplash

Quando vivemos uma religiosidade ou somos imaturos, não compreendemos a vontade de Deus, nem Seus pensamentos e agimos pelo raciocínio natural. Para vivermos o Reino, precisamos partir da premissa que não depende do nosso esforço para sermos Seus filhos, mas tendo sido feitos filhos,nos empenhamos para revelarmos a obra que foi realizada em nós, santificando o procedimentos e assim revelarmos Cristo ao mundo e manifestamos a Sua vontade, agindo com compaixão e amor pelas pessoas, merecendo ou não.

Na primeira carta de João, capítulo três, versículo um, podemos ler sobre termos sido feitos filhos de Deus:  “ Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. …” (1João 3.1, NTLHE). Agora, por sermos filhos, por vivermos unidos com Ele, não podemos continuar na prática do pecado, como está no versículo seis: “Assim, quem vive unido com Cristo não continua pecando. Porém quem continua pecando nunca o viu e nunca o conheceu.” (1João 3.6, NTLHE).

Tendo o entendimento da obra de Deus, compreendendo que precisamos santificar o procedimento e que Ele nos habilitou e nos deu, por meio do Espírito, a autoridade para vivermos como Seus filhos, revelando a Sua vida, não podemos continuar no pecado, pois quem tem o conhecimento e entendimento da Sua vontade e continua nessa prática, revela que não é Seu filho, mas, que pertence ao Diabo, como está no versículo oito: “Quem continua pecando pertence ao Diabo porque o Diabo peca desde a criação do mundo. E o Filho de Deus veio para isto: para destruir o que o Diabo tem feito.” (1João 3.8, NTLHE). Por isso, como ele afirma no versículo nove, se somos filhos, se entendemos que nos fez filhos, não continuaremos a pecar: “ Quem é filho de Deus não continua pecando, porque a vida que Deus dá permanece nessa pessoa. E ela não pode continuar pecando, porque Deus é o seu Pai.” (1João 3.9, NTLHE).

Quando entendemos que Deus é nosso Pai, que nos concedeu da Sua vida, que estamos unidos com Ele e tendo a consciência que fomos libertos do domínio do pecado, para glorificar o Seu nome, revelar o nosso amor e honra, rejeitamos o pecado e não vivemos na sua prática, para que o Seu nome seja glorificado por meio das ações que realizamos.