A estranha forma de Deus operar

Paulo, prisioneiro com destino a Roma, mas mesmo nesta situação, lhe é permitido ficar com os irmãos, confortá-los e depois continuar a sua jornada, para poder testemunhar perante o imperador. Temos que compreender as coisas que Deus opera e realiza  através de nós para testemunho do Seu reino.

Em atos, no capítulo vinte e oito, do versículo doze ao quinze podemos ler sobre esta situação: “Nós chegamos à cidade de Siracusa, onde ficamos três dias. Dali seguimos viagem e chegamos à cidade de Régio. No dia seguinte o vento começou a soprar do sul, e em dois dias chegamos a Pozuoli. Nessa cidade encontramos alguns cristãos que nos pediram que ficássemos com eles uma semana. E assim chegamos a RomaOs irmãos de Roma tinham recebido a notícia da nossa chegada e foram se encontrar conosco nos povoados de Praça de Ápio e de Três Vendas. Ao ver esses irmãos, Paulo agradeceu a Deus e se animou.” (Atos dos Apóstolos 28.12–15, NTLHE).

Não podemos nos esquecer da soberania de Deus, do Seu operar e da Sua maneira de realizar a Sua obra e o quanto se preocupa conosco permitindo não só momentos que possamos ajudar aqueles que precisam, como sermos consolados e animados pelos irmãos em determinadas situações.

O amor do Pai se revela nestes momentos onde tudo que nos ocorre parece sem sentido, mas nisto está a mão Dele nos conduzindo no Seu querer e no conforto que podemos receber por meio da Sua família.

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