Revoltando contra Deus

Será que não temos sidos sinceros em nossas crenças e valores e que a percepção do Reino e da vontade de Deus que temos é semelhante ao que Paulo viveu antes da Sua conversão? Precisamos pensar sobre isso e julgar à luz do que fala a palavra para que, como ele, não estejamos resistindo a Deus, andando na contramão de Sua vontade e sendo instrumento de oposição ao que é da vontade do Pai para a Sua família.

Paulo, em atos, no capítulo vinte e seis, no versículo quatorze, ouve as seguintes palavras do Senhor Jesus: “Todos nós caímos no chão, e eu ouvi uma voz me dizer em hebraico: “Saulo, Saulo! Por que você me persegue? Não adianta você se revoltar contra mim.”” (Atos dos Apóstolos 26.14, NTLHE).

Na Sua ignorância, sinceridade religiosa e no empenho de fazer o que acreditava ser da vontade de Deus, recebe a seguinte resposta do Senhor, isto do versículo quinze ao dezoito: “ — Então eu perguntei: “Quem é o senhor?” — E o Senhor respondeu: “Eu sou Jesus, aquele que você persegue. Mas levante-se e fique de pé. Eu apareci a você para o escolher como meu servo, a fim de que você conte aos outros o que viu hoje e anuncie o que lhe vou mostrar depois. Vou livrar você dos judeus e também dos não-judeus, a quem vou enviá-lo. Você vai abrir os olhos deles a fim de que eles saiam da escuridão para a luz e do poder de Satanás para Deus. Então, por meio da fé em mim, eles serão perdoados dos seus pecados e passarão a ser parte do povo escolhido de Deus.”” (Atos dos Apóstolos 26.15–18, NTLHE).

O Pai não deseja a nossa religiosidade e muito menos a nossa sinceridade no que fazemos, mas que compreendamos a Sua vontade, a ela nos submetamos e que desempenhemos o nosso papel neste mundo, como sal e luz, fazendo as obras que O glorificam e conduzindo todos os homens, pelo testemunho do que fazemos, das trevas para a luz, para que façamos parte da Sua família.

Temos que entender que qualquer coisa diferente do que seja salvar e libertar o oprimido não faz parte da vontade de Deus e é simplesmente uma adoração sincera e religiosa que não agrada ao Pai e não traduz a Seu querer. A Sua vontade está em que façamos da nossa vida uma oferta pelas pessoas para que O conheçam, por isso não podemos nos revoltar contra a Sua vontade.

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