Proselitismo religioso cristão

Nossa maior ameaça é querermos converter as pessoas ao cristianismo, a certos costumes, liturgias e práticas que somente tem aparência, mas que não revelam a essência do ensinamento de Cristo e nem as conduz à transformação de entendimento para viver a vontade de Deus na Sua forma plena, como um estilo de vida, entendendo que o nosso propósito é revelar o reino neste mundo.

Em atos, temos a experiência de Pedro, com os judeus que queriam que os gentios se submetessem a práticas do judaísmo, como está no capítulo onze, nos versículos dois e três:  “ Quando Pedro voltou para Jerusalém, aqueles que queriam que os não-judeus fossem circuncidados o criticaram, dizendo: — Você ficou hospedado na casa de homens que não são circuncidados e até tomou refeições com eles!” (Atos dos Apóstolos 11.2–3, NTLHE).

Pedro tinha entendido a vontade de Deus, explicou a eles a mensagem que tinha recebido, pois ele também compartilhava do mesmo pensamento e o entendimento que não poderia estar na casa de um gentio, como o que lhe foi falado sobre impureza que está no versículo nove:  “ Então a voz falou de novo do céu: “Não chame de impuro aquilo que Deus purificou.”” (Atos dos Apóstolos 11.9, NTLHE). Então, Pedro, também, lembrou das palavras do Senhor Jesus que confirmaram o que as pessoas tinham passado, como está no versículo dezesseis:  “ Aí eu lembrei que o Senhor Jesus tinha dito: “É verdade que João batizou com água, mas vocês serão batizados com o Espírito Santo.”” (Atos dos Apóstolos 11.16, NTLHE).

Viver o reino não se trata de religiosidade, costumes, liturgias de cultos, regras e aparência, mas o entendimento e compreensão a que fomos chamados por Deus, para fazermos parte do Seu reino, manifestar aqui neste mundo a Sua glória, não andando mais pelo pensamento natural e nem pelas práticas religiosas, mas, expressando-O e sendo Seus imitadores. Não temos o propósito de sermos e nem formarmos prosélitos, mas, conduzir as pessoas ao conhecimento de Deus e da Sua vontade.

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