Independente de qualquer coisa, somos iguais!

Entendermos que não se trata de uma questão de raça, cor, classe social, poder ou qualquer outro mecanismo que possamos usar para tratar as pessoas de forma diferente, pois somos todos iguais perante Deus e que as diferenças que criamos servem somente para trazer sobre a nossa vida condenação. Pois todos somos irmãos, podemos não ver, podemos não agir como tal, mas o propósito de Deus é que todos façam parte da Sua família.

Pedro, vivendo uma experiência em Atos, no capítulo dez, nos versículos trinta e quatro ao trinta e cinco, trata desta questão: “Então Pedro começou a falar. Ele disse: Agora eu sei que, de fato, Deus trata a todos de modo igual, pois ele aceita todos os que o temem e fazem o que é direito, seja qual for a sua raça.” (Atos dos Apóstolos 10.34–35, NTLHE).

Precisamos entender a vontade de Deus, pois se buscarmos o seu entendimento, viveremos neste mundo como irmãos, cumprindo o papel que Ele a nós atribuiu e viveremos o Seu plano e propósito que está relacionado a ajuntarmos os Seus filhos, restaurando a visão e libertando todos que estão oprimidos pelo pecado, independente de quem possa ser neste mundo.

Temos que compreender que as diferenças não são para nos separar, mas permitidas por Deus para que possamos revelar o Seu reino e manifestar a Sua glória entre os homens, de maneira que cumpramos a Sua justiça e revelemos a verdadeira compaixão e misericórdia neste mundo.

Por isso, quando pensarmos em fazer acepção de pessoa ou quisermos tratar uns aos outros de forma diferente porque não são da mesma classe social que nós, nos lembremos que através da nossa atitude poderemos revelar a “desgraça” e “miséria” humana, ou manifestar a “compaixão” e “misericórdia” de Deus neste mundo.

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