Um pedido diante da ameça

Nossa reação diante de uma ameaça, na maioria das vezes, quando não compreendemos o nosso papel e o propósito de Deus, é nos recolhermos diante de uma autoridade, mas se entendermos quem somos, o que precisamos fazer e qual deve ser a nossa postura com relação à vontade de Deus, precisamos repensar o nosso modo de agir.

Os apóstolos, que antes tinham fugido diante da condenação de Jesus, têm um posicionamento diferente, diante de Deus, quando lhes é determinado que não falassem no nome do Senhor, como podemos ler em Atos quatro, do versículo vinte e nove ao trinta: “ Agora, Senhor, olha para a ameaça deles. Dá aos teus servos confiança para anunciarem corajosamente a tua palavra. Estende a mão para curar, a fim de que, por meio do poder do nome do teu dedicado Servo Jesus, milagres e maravilhas sejam feitos.” (Atos dos Apóstolos 4.29–30, NTLHE).

Precisamos, diante das ameaças que sofremos, das afrontas, a fazermos pedidos diante do Senhor que traduzam maturidade e compreensão do papel. Temos que entender que não estamos aqui para pedirmos por proteção, mas compreendendo quem somos, o que recebemos, necessitamos revelar a vontade de Deus e o Seu plano com autoridade e maturidade, compreendendo que inclusive somos a oferta em favor das pessoas para que O conheçam.

Não vivemos para nós, não buscamos os nossos interesses, mas precisamos, segundo o exemplo de Cristo, fazer da nossa vida uma oferta e compreendermos que somos o pão e a fonte para saciar as pessoas e que não podemos nos recuar diante de ameaças ou falta de entendimento dos religiosos.

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