Não se trata do que queremos

Temos a tendência de resistir às mudanças, novas informações, maneiras diferentes de vermos as coisas, isto é, perspectiva nova que olhamos as velhas coisas. Queremos impor e restringir sem antes avaliar profundamente e julgar à luz da palavra de Deus. E temos que entender que isto não é algo novo, não é de nossos dias, mas sempre existiu, pois faz parte da natureza humana.

Em Atos, depois de curar o paralítico, os religiosos pedem a Pedro e João que não falem em nome de Jesus, como podemos ler no capítulo quatro do versículo dezoito ao vinte: “Então os chamaram e ordenaram duramente que não falassem nem ensinassem nada a respeito de Jesus. Mas Pedro e João responderam: Os senhores mesmos julguem diante de Deus: devemos obedecer aos senhores ou a Deus? Pois não podemos deixar de falar daquilo que temos visto e ouvido.” (Atos dos Apóstolos 4.18–20, NTLHE).

A resposta deles traduziu de fato a confiança, o entendimento que tinham e a transformação que tinha sido operada em suas vidas. Antes fugiram, agora, perante os que eram autoridades, afirmaram que não iriam desobedecer a Deus.

Quando compreendemos que algo é da vontade de Deus, após  julgarmos à luz da palavra, não podemos nos deixar levar pela opinião e restrição dos outros, precisamos sim, insistir e reforçar a Sua vontade. E isto, mesmo que represente uma oposição ao que precisa ser feito. O nosso compromisso é com Deus, com o Seu reino, Sua vontade e principalmente, com as pessoas, conduzindo-as ao amadurecimento e a expressão do Seu querer e desejo neste mundo, para que todos cheguem à maturidade e a expressão de Cristo.

Anúncios