O poder revelado para testemunho

Buscamos, muitas vezes, o poder de Deus para que possamos nos sentir abençoados, mas o poder não é para que sejamos reconhecidos como pessoas que pertencem a Ele e sim, para testemunhar com relação ao que Ele pode fazer por meio das nossas vidas. Temos que entender que precisamos conhecer e compreender a Sua vontade e a ela nos submetermos, pois só assim, seremos instrumentos que Ele precisa quanto a revelar o Seu reino e as Suas virtudes neste mundo.

O poder revelado em pentecoste, quando os discípulos receberam o cumprimento da promessa que foi feita por meio do profeta Joel, pode ser observado por meio das pessoas que estavam em Jerusalém. Está em Atos dois, nos versículos sete e oito: “ A multidão ficou admirada e espantada e comentava: Estas pessoas que estão falando assim são da Galiléia! Como é que cada um de nós as ouvimos falar na nossa própria língua?” (Atos dos Apóstolos 2.7–8, NTLHE). Mas nem todos foram crédulos, tiveram também os céticos, como podemos ler nos versículos doze e treze: “Todos estavam admirados, sem saberem o que pensar, e perguntavam uns aos outros: O que será que isso quer dizer? Mas outros zombavam, dizendo: Esse pessoal está bêbado!” (Atos dos Apóstolos 2.12–13, NTLHE).

O poder de Deus, revelado por meio da nossa vida, não é o instrumento para revela-Lo ao mundo, somente serve como um testemunho para chamar de atenção com relação a nossa vida. E tendo o foco mudado, então, as pessoas passam a nos observar. E neste observar é que verão a verdadeira expressão de milagre, pois quando nos submetemos a Sua vontade e andamos segundo o Seu querer, sendo expressão das Suas virtudes diante das pessoas, então O revelaremos através de nossas vidas.

Não é o poder que devemos buscar, mas, a Sua vontade e a ela nos submetemos para sermos instrumentos que Ele deseja que sejamos no revelar do Seu reino neste mundo.

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