Entre a religiosidade e o entendimento

Como estamos equivocados quando pensamos no reino de Deus pela perspectiva religiosa que temos alimentado em nossas vidas, fortalecendo a aparência e não compreendemos a importância da transformação do entendimento para vivermos e olharmos as coisas pelo pensamento espiritual, conforme a vontade de Deus.

Estabelecemos regras de aparência, procedimento, forma de fazer as coisas como se estas fossem determinantes de sermos espirituais e filhos de Deus. Mas nos esquecemos que Nele somos feitos novas criaturas, não para andarmos pelo pensamento deste mundo, mas conforme a orientação de Deus.

Em Mateus, Jesus falando aos religiosos, no capítulo vinte e três, nos versículos vinte e três e vinte e quatro diz:  “ — Ai de vocês, mestres da Lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês dão a Deus a décima parte até mesmo da hortelã, da erva-doce e do cominho, mas não obedecem aos mandamentos mais importantes da Lei, que são: o de serem justos com os outros, o de serem bondosos e o de serem honestos. Mas são justamente essas coisas que vocês devem fazer, sem deixar de lado as outras. Guias cegos! Coam um mosquito, mas engolem um camelo!” (Mateus 23.23–24, NTLHE).

Como precisamos aprender a olhar a nossa vida não na perspectiva de aparência e regras, mas, na transformação de entendimento para compreendermos que somos despenseiros de Deus, fontes para abençoar as pessoas, que recebemos Dele toda a capacitação que precisamos, para praticar a justiça,sermos bondosos, cheios de graça e misericórdia, conduzindo todos ao conhecimento do amor do Pai e que não estamos aqui para impor ou determinar regras que afirmam quem é ou não Dele. Não somos e nem fomos chamados para viver segundo o pensamento deste mundo, mas andarmos conforme a mente de Cristo.

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