Como estamos querendo ir?

Temos que entender que Deus nos chama para o Seu reino, para vivermos como Sua vontade, para sermos como o Seu filho, expressando-O em todas as nossas ações e palavras o Seu caráter e natureza.  Mas, nem sempre queremos nos submeter à Sua vontade e plano para nós, queremos sim, fazer um deus que nos satisfaça em nossos desejos, que atenda o nosso querer e que possa suprir as nossas necessidades segundo as nossas conveniências.

Jesus contando uma de suas histórias, em Mateus, no capítulo vinte e dois, nos versículos dois e três, fala sobre isso: “O Reino do Céu é como um rei que preparou uma festa de casamento para seu filho. Depois mandou os empregados chamarem os convidados, mas eles não quiseram vir.” (Mateus 22.2–3, NTLHE).

Não quiseram vir pois estava cuidando de Seus interesses, então o Rei mandou convidar a todo tipo de pessoas, pois aqueles que teoricamente eram dignos, não se sujeitaram à vontade do rei.

Então compreendemos o papel dos que convidam. Chamar a todos, não excluir ninguém, assim como os servos fizeram para atender o pedido do rei, assim, devemos fazer com relação às pessoas que devemos chamar para fazer parte do reino, devemos revelar compaixão e mostrar o Pai a todas elas, sem restrição.

E quem deve mandar retirar da festa, não somos nós, mas o dono da festa, assim como fez o rei, como está do versículo onze ao treze:  “ Quando o rei entrou para ver os convidados, notou um homem que não estava usando roupas de festa e perguntou: “Amigo, como é que você entrou aqui sem roupas de festa?” — Mas o homem não respondeu nada. Então o rei disse aos empregados: “Amarrem os pés e as mãos deste homem e o joguem fora, na escuridão. Ali ele vai chorar e ranger os dentes de desespero.”” (Mateus 22.11–13, NTLHE).

Como queremos participar no Reino de Deus? Conforme as nossas regras, nossos desejos ou nos submetendo à vontade do Pai? Viver o reino, experimentar a verdadeira plenitude de vida, implica em fazermos o que Jesus falou: negarmos a nós mesmos, tomarmos a cruz e o seguirmos. Quando assim o fazemos é que poderemos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Só assim, estaremos participando do reino e não vivendo uma religiosidade enganando a nós mesmos.

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