Ter compaixão como o Senhor teve

Só perdoamos quando efetivamente revelamos compaixão, pois compreendemos as limitações, a incapacidade ou a falta de entendimento de quem nos ofende. Caso não compreendamos não concederemos perdão, pois ele é resultante da manifestação da compaixão. Assim Deus agiu com relação a nós, assim, devemos proceder com relação às pessoas que estão próximas de nós.

Jesus contando uma parábola em Mateus dezoito, falando com relação ao perdão, afirma que se não perdoarmos, não seremos perdoados de nossos pecados. Um servo é perdoado por seu patrão, mas ele, o servo, não perdoa o seu conservo. E diante disto o patrão lhe chama.

Do versículo trinta e dois ao trinta e três, depois de saber que o seu servo não perdoou o outro, chama-lhe e diz: “ Aí o patrão chamou aquele empregado e disse: “Empregado miserável! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. Portanto, você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você.”” (Mateus 18.32–33, NTLHE). Ai este patrão, entregou o ao carrasco para que pagasse toda a dívida, isto é, o seu perdão foi cancelado por seu patrão. E então, Jesus afirma no versículo trinta e cinco: “ E Jesus terminou, dizendo: É isso o que o meu Pai, que está no céu, vai fazer com vocês se cada um não perdoar sinceramente o seu irmão.” (Mateus 18.35, NTLHE).

O perdão não está vinculado ao reconhecimento do ofensor, nem nas suas obras para ver se é digno ou não, mas em nós, o ofendido, pois somente perdoamos, se manifestarmos a compaixão, se amarmos e se desejarmos que ele experimente a verdadeira vida com Deus, pois entendemos que somos o instrumento para revelar o Pai a ele.

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