Nosso papel: salvar o perdido

Entender o nosso papel e a nossa responsabilidade, como o plano de Deus para nós neste mundo é fundamental, para não vivermos uma vida segundo os nossos interesses ou pensando em possibilidades e não cumprindo o querer do Pai. Fomos salvos não para irmos para o céu, mas, tendo recebido da glória do Pai, sendo participantes da Sua natureza, tendo a autoridade para viver como o Filho de Deus, revelando-O perante os homens, estamos neste mundo para salvar o perdido.

Este é o papel de Jesus e sendo o Dele é o nosso, como está escrito em Mateus, no capítulo dezoito, versículo onze: “[Porque o Filho do Homem veio salvar quem está perdido.]” (Mateus 18.11, NTLHE).

Se o nosso papel é revelarmos compaixão por todo aquele que não compreende a vontade de Deus, devemos nos oferecer para sermos os trabalhadores que Ele precisa para que todos cheguem ao pleno conhecimento da Sua vontade. Para isso, precisamos santificar o procedimento para O revelarmos.

Agora, entendendo que este é o nosso papel e que é nossa responsabilidade atribuída pelo Senhor a nós, e se não nos submetermos à Sua vontade, mas dermos preferência a defender os nossos interesses e vivermos uma religiosidade que em nada revela o reino, não levaremos as pessoas a cumprirem a vontade do Pai e formaremos somente prosélitos.

E se desviamos as pessoas do propósito que Ele estabeleceu, somos culpados por isso, como Jesus afirmou  no versículo seis:  “— Quanto a estes pequeninos que crêem em mim, se alguém for culpado de um deles me abandonar, seria melhor para essa pessoa que ela fosse jogada no lugar mais fundo do mar, com uma pedra grande amarrada no pescoço.” (Mateus 18.6, NTLHE). Por isso, como Ele disse do versículo três ao cinco: “e disse: — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: se vocês não mudarem de vida e não ficarem iguais às crianças, nunca entrarão no Reino do CéuA pessoa mais importante no Reino do Céu é aquela que se humilha e fica igual a esta criança. E aquele que, por ser meu seguidor, receber uma criança como esta estará recebendo a mim.” (Mateus 18.3–5, NTLHE).

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