As nossas ofertas e sacrifícios de misericórdia

Não é o nosso empenho ou sacrifício no intuito de fazer algo para Deus para sermos recompensados ou reconhecidos que nos conduz à Sua vontade, nem é nosso esforço no sentido de converte-Lo às nossas necessidades, mas a compreensão que a verdadeira oferta e sacrifício se traduz, não na imposição de regras, mas no revelar misericórdia, compaixão e graça com as pessoas.

Jesus ensinando sobre isso aos fariseus, afirma em Mateus, no capítulo doze, no versículo sete:  “ Se vocês soubessem o que as Escrituras Sagradas querem dizer quando afirmam: “Eu quero que as pessoas sejam bondosas e não que me ofereçam sacrifícios de animais”, vocês não condenariam os que não têm culpa.” (Mateus 12.7, NTLHE).

Depois de falar sobre isso, ele entra na sinagoga, e do versículo nove ao treze, podemos ler sobre o significado de exercer misericórdia e não andar segundo regras e doutrinas que não traduzem a essência do que diz a palavra: “Jesus saiu dali e foi para uma sinagoga. Estava ali um homem que tinha uma das mãos aleijada. Então algumas pessoas que queriam acusar Jesus de desobedecer à Lei lhe perguntaram: É contra a nossa Lei curar no sábado? Jesus respondeu: Se um de vocês tiver uma ovelha, e no sábado ela cair num buraco, será que ele não vai fazer tudo para tirá-la dali? Pois uma pessoa vale muito mais do que uma ovelha. Portanto, a nossa Lei permite ajudar os outros no sábado. E disse para o homem: — Estenda a mão! Ele estendeu, e ela sarou e ficou igual à outra.” (Mateus 12.9–13, NTLHE).

Precisamos aprender a passar por cima das regras e doutrinas que colocamos para nós mesmos, como expressão de nossa religiosidade e aprendermos a ouvir a voz do Espírito e exercermos misericórdia e graça diante das pessoas, compreendendo o que passam e suas necessidades e sermos instrumento de Deus para abençoarmos e levarmos as pessoas ao entendimento da graça e do amor do Pai. Precisamos compreender que somos como o nosso Deus para as pessoas.

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