Uma oferta em favor da vida verdadeira!

A verdadeira vida, a paz abundante somente está disponível em Cristo Jesus quando nos submetemos a Ele, quando reconhecemos que o Seu ato de amor em nosso favor excede todo entendimento. Compreendemos que não merecemos o amor de Deus e nem o Seu mover em nosso favor, mas podendo Jesus não fazer, escolheu padecer para que nós tivéssemos acesso à vida de Deus.

Davi no salmo trinta e dois, no versículo um fala uma coisa muito especial sobre o perdão de Deus: “Feliz aquele cujas maldades Deus perdoa e cujos pecados ele apaga!  ” (Salmos 32:1, NTLHE).

E o perdão recebido não é decorrente de nosso esforço, de obras que possamos fazer para agradá-Lo, mas decorrente do Seu amor por nós, da Sua compaixão que, mesmo não podendo ser encontrado qualquer motivo de culpa, morre pelos nossos pecados.

Lucas no capítulo vinte e três relata sobre isso, quando Pilatos queria libertar a Jesus, mas a multidão, incitada pelos religiosos, pede a Sua crucificação.

No versículo vinte e vinte e um, podemos ler: ” Então Pilatos, querendo soltar Jesus, falou outra vez com a multidão.  Mas eles gritavam mais ainda: — Crucifica! Crucifica!” (Lucas 23:20-21, NTLHE). E no versículo vinte e dois: ” E Pilatos disse pela terceira vez: — Mas qual foi o crime dele? Não vejo neste homem nada que faça com que ele mereça a pena de morte. Vou mandar que ele seja chicoteado e depois o soltarei.” (Lucas 23:22, NTLHE). Mas o que pedia a multidão? Podemos ler nos versículos vinte e três e vinte e quatro: “Porém eles continuaram a gritar bem alto, pedindo que Jesus fosse crucificado; e a gritaria deles venceu.  Pilatos condenou Jesus à morte, como pediam.” (Lucas 23:23-24, NTLHE).

O modelo de oferta em favor dos outros, mesmo podendo usar do Seu poder, é o que devemos observar em Cristo. Precisamos, como Ele, ter compaixão das vidas que estão sem o conhecimento de Deus, pois Jesus falou que a vida eterna está em conhece-Lo. Precisamos conhece-Lo e viver segundo o modelo que temos em Cristo, oferecer-nos para que sejamos instrumentos de salvação e reconciliação das pessoas com o Pai, para que experimentem da verdadeira vida, nisto está o andar de modo digno do reino e a expressão de amor e compaixão pelas pessoas.

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